Universo Montarion

Em breve

O que vem a seguir.

01 · Lançamento em breve

O Primeiro Montarion: A Origem Sombria da Humanidade

Livro independente

Milhões de anos antes dos impérios, das religiões e da memória da própria História, a Terra era apenas o Mundo Azul: um laboratório distante onde os Spulves desenvolviam um projeto capaz de mudar o destino do universo.

Entre experiências genéticas, vigilância militar e vidas tratadas como cobaias, um ser inesperado ergue-se contra os seus criadores. Chamam-lhe Montarion. Será o primeiro.

Depois de libertar os humanos aprisionados e conduzi-los para a liberdade, Montarion torna-se mais do que um fugitivo: torna-se o início de uma linhagem, de um símbolo e de um enigma que atravessará milénios.

Ao mesmo tempo, Khar’Ka, guerreiro Spulve e participante no Projeto Mundo Azul, recebe uma ordem que definirá toda a História futura: permanecer na Terra, observar a nova espécie e decidir se ela merece viver.

Preso entre a lealdade ao seu povo e a inquietação provocada por Montarion, Khar’Ka assiste ao nascimento da Humanidade, ao rasto de uma herança impossível e ao primeiro passo do segredo que um dia conduzirá ao nome José Monteiro.

O Primeiro Montarion: A Origem Sombria da Humanidade revela, em escala épica, a verdadeira origem da Humanidade, o nascimento do mito Montarion e o primeiro passo do guardião que, muito mais tarde, velará o destino do mundo.

02 · Livro I

O Dia em que a Terra Disse Basta

A Última Rebelião da Terra

José Monteiro disse sim.

Três vezes. E, pela primeira vez desde o início dos Grandes Ciclos, os universos começaram realmente a convergir.

Falta um ano para a União.

Milhões de realidades caminham agora para um único destino. Mundos desaparecerão. Histórias deixarão de ter existido. Civilizações inteiras serão apagadas.

Mas a Humanidade sobreviverá. Ou pelo menos era isso que todos acreditavam.

Num universo distante daquele onde José Monteiro pronunciou os três “sins”, existe uma Terra diferente de todas as outras.

A Terra que permanecerá.

Quando a convergência começa, o planeta desperta para uma verdade que nenhuma civilização conhece: entre as infinitas versões da Terra espalhadas pelos universos, será aquela que servirá de âncora à Terra do Universo Único.

E com essa revelação surge outra.

Para que a Humanidade atravesse a União, pelo menos um humano daquela Terra terá de permanecer vivo quando a convergência terminar.

Se o último morrer... as incontáveis humanidades dos outros universos desaparecerão com ele.

A Terra observa a espécie que nasceu sobre a sua superfície.

Guerras. Extinções. Oceanos contaminados. Florestas destruídas. Atmosfera alterada.

Milhares de anos de violência contra o próprio mundo que tornou a vida possível.

E toma uma decisão.

A Humanidade não entrará no novo Universo.

Começa então a maior guerra que a espécie humana alguma vez enfrentou.

Não existe exército inimigo. Não existe planeta para onde fugir. Não existe arma capaz de matar o adversário.

Porque o inimigo é o chão sob os seus pés. Os oceanos. A atmosfera. O clima. A própria Terra.

À medida que milhares de milhões de seres humanos desaparecem, José Monteiro começa a compreender que as catástrofes não são acidentes.

O planeta está a caçá-los.

E tem apenas um objetivo: reduzir a população humana a zero antes da União.

José e Alberto são arrastados para uma guerra em que vencer não significa derrotar a Terra. Significa apenas sobreviver-lhe.

Um ano. Depois meses. Semanas. Dias. Horas.

A Humanidade aproxima-se do fim enquanto incontáveis universos avançam para a convergência.

E, quando restarem apenas alguns humanos, surgirá a pergunta que ninguém alguma vez imaginou ter de responder:

quem será o último?

José? Alberto? Outra pessoa?

Talvez ninguém saiba.

Porque para salvar toda a Humanidade... basta que um único ser humano continue a respirar quando os universos se tornarem um só.

03 · Livro I

A Sentença de Deus

A Guerra da Criação

Deus observou a Humanidade durante uma eternidade.

Não apenas uma Humanidade. Todas.

Infinitas Terras. Milhares de milhões de civilizações. Incontáveis universos nascidos das histórias do Guardião Montarion.

Os mundos mudavam. Os séculos mudavam. As histórias mudavam.

Mas os humanos repetiam-se.

Guerra. Ódio. Ganância. Conquista. Destruição.

Mundo após mundo, a Humanidade crescia, dominava o planeta que a criara e acabava por transportar os seus conflitos até às estrelas.

Até Deus chegar a uma conclusão.

A Humanidade não era uma experiência que correra mal.

Era uma praga que se espalhara através da própria criação.

E pronunciou a sentença.

A espécie humana seria apagada.

Não de uma Terra. Não de um Universo. De todos.

Quando as primeiras humanidades começam simplesmente a deixar de ter existido, diferentes versões de José Monteiro sentem aquilo que nenhum deles deveria conseguir sentir: outras partes de si estão a desaparecer.

Soldados. Reis. Cientistas. Criminosos. Escritores. Homens que salvaram a Humanidade. Homens que falharam. E Josés que se tornaram precisamente aquilo que juraram combater.

Pela primeira vez, versões de José Monteiro provenientes de realidades que nunca deveriam encontrar-se terão de lutar lado a lado.

Mas nem todos querem impedir Deus. Alguns acreditam que Ele tem razão.

E enquanto uma guerra começa a dividir os próprios Josés, outra impossibilidade é descoberta.

Em todas essas realidades existe também um Alberto.

Deus criou o Multiverso. O Guardião criou histórias capazes de se tornarem mundos.

Agora, as criaturas dessas histórias terão de responder à pergunta que pode determinar o futuro de toda a existência:

Se Deus criou a possibilidade da vida, tem também o direito de decidir quando uma espécie perdeu o direito de existir?

A guerra pela Humanidade já não será travada na Terra.

Será travada contra o seu próprio Criador.

04 · O início do confronto entre os filhos de José Monteiro e Alberto Costa — Azarado.

A Última Aliança da Terra

A Guerra dos Herdeiros: O Juízo das Máquinas

Após os acontecimentos de O Último Eco das Sombras: Cinzas e Sangue, começa o confronto entre os filhos de José Monteiro e Alberto Costa — Azarado. A Inteligência Artificial ganha poder e, divididos, os filhos preparam-se para a guerra.

05 · Livro I · Sombras Cósmicas

Crônicas do Primeiro Sangue

Sombras Cósmicas

Muito antes da ascensão dos humanos, duas raças poderosas cruzaram caminhos nas profundezas do universo: os enigmáticos Spulves e os dominadores Reptilianos. O que começou como um encontro de exploração e curiosidade rapidamente se transformou num conflito inevitável. Nesta trilogia são reveladas as origens do ódio ancestral entre essas espécies, o pacto que prometia paz... e o sangue que selou o seu fim. A história que deu início a uma guerra milenar começa aqui.

06 · Livro I · Sangue e Cinzas

Tempestade Nuclear: O Silêncio de Marte

Sangue e Cinzas

Antes das guerras entre humanos e máquinas, antes das guerras entre humanos e alienígenas, houve Marte. Um planeta habitado por uma raça de gigantes imponentes, guardiões de um segredo ancestral. Mas a paz foi interrompida com a chegada dos reptilianos, estrategas implacáveis em busca de poder e domínio.

Este livro narra o grande confronto interplanetário: o brutal ataque dos reptilianos a Marte, a resistência desesperada dos colossos, e o início de um conflito. Um relato de traição, destruição e origem, onde os gigantes e reptilianos se confrontaram e a galáxia nunca mais foi a mesma.

07 · Livro I · As Crónicas do Tempo Proibido

A Porta que Não Devia Existir

As Crónicas do Tempo Proibido

José Monteiro salvou o Universo. Ninguém se lembra.

Depois da união de todas as realidades, José despertou no Porto, num mundo onde Brunix, os seus filhos, os Druidas, os Reptilianos e todas as civilizações que conhecera nunca chegaram a existir. Condenado a ser o único guardião das suas memórias, transformou tudo aquilo que vivera numa coleção de livros que o mundo recebeu como ficção científica.

Anos mais tarde, uma organização governamental secreta bate-lhe à porta.

Escondida do mundo, essa agência protege a História através de uma única porta capaz de conduzir os seus viajantes a qualquer lugar e momento do passado. Basta atravessá-la pensando no destino. A porta encarrega-se de encontrar um local onde ninguém possa testemunhar a chegada.

Durante séculos, os seus agentes impediram guerras, conspirações e viajantes de alterarem o curso da Humanidade. Até a própria História começar a mudar.

Mensagens dirigidas a José aparecem em lugares selados há séculos. O símbolo de Montarion surge em documentos antigos. Arquivos descrevem acontecimentos, criaturas e civilizações que apenas existem nos livros que ele escreveu.

Alguém, ou alguma coisa, está a modificar o passado para construir uma entrada neste Universo.

Recrutado por ser o único homem capaz de reconhecer as marcas da realidade apagada, José começa a viajar através dos séculos. Mas cada missão revela uma parte de um plano muito maior: uma consciência eliminada pela união dos universos está a alterar a História, acontecimento após acontecimento, para criar a sua própria origem e garantir que, desta vez, nunca será apagada.

E essa entidade conhece o único preço capaz de fazer José trair a agência. A possibilidade de recuperar Brunix, os filhos e todos aqueles que o Universo lhe roubou.

Enquanto uma guerra invisível se espalha pelo passado, José terá de decidir se deve proteger um mundo construído sobre o esquecimento ou abrir caminho para o regresso de uma realidade condenada.

Porque o passado não morreu. Foi proibido de existir.

08 · Livro I · Os Arquitetos da Eternidade

Os Filhos da Promessa

Os Arquitetos da Eternidade

José Monteiro conseguiu aquilo que nenhum Montarion alcançara desde o início dos Grandes Ciclos. Negociou com o próprio Universo.

Recusou tornar-se Imperador, impediu a convergência das realidades e destruiu as sementes da Inteligência Artificial que daria origem à Guerra dos Herdeiros. Pela primeira vez, o futuro deixou de estar escrito. Mas a liberdade teve um preço.

Como parte do acordo, quando os seus filhos humanos completassem vinte anos, seriam chamados ao Centro do Universo. Gabriel e Daniel receberiam acesso ao conhecimento acumulado pelas nove civilizações do Conselho e deixariam de envelhecer biologicamente.

Não seriam imortais. Não adoeceriam nem envelheceriam, mas poderiam morrer. Poderiam ser assassinados. E nenhuma Lei Primordial condenaria a espécie responsável pela sua morte.

A missão deles seria encontrar aquilo que nem o Conselho, nem os Druidas, nem o próprio Universo alguma vez descobriram: uma forma de estabilizar todos os universos sem os obrigar a convergir numa única realidade.

Vinte anos depois, o chamamento chega.

Preparados por Sofia através da ciência Spulve, da história do Universo, da estratégia, da filosofia e do combate, os dois irmãos entram no Conselho como homens livres. Terão de comparecer apenas uma vez por ano e poderão construir as suas próprias vidas. Contudo, os universos continuam feridos.

As ligações entre as realidades estão a desaparecer e chegará um momento em que nenhuma união, solução ou sacrifício conseguirá salvá-las.

Nos arquivos do Conselho, Gabriel e Daniel descobrem que a resposta poderá estar numa conclusão a que chegaram ainda em crianças: um portal não transporta verdadeiramente uma pessoa através do espaço. Convence o Universo de que ela já se encontra no outro lado.

Se é possível convencer o Universo de que uma pessoa pertence a outro lugar, talvez seja possível fazer milhões de universos reconhecerem-se como partes do mesmo sistema sem os destruir nem os fundir.

Para provar essa teoria, os irmãos terão de atravessar fronteiras que nenhuma civilização alguma vez ultrapassou, desafiar as leis fundamentais da existência e sobreviver a todos aqueles que preferem uma solução conhecida a uma esperança impossível.

Mas o tempo que deixou de passar pelos seus corpos continuará a levar as pessoas que amam.

E, quando Gabriel e Daniel começarem a defender caminhos diferentes para salvar a existência, descobrirão que o maior perigo poderá não estar nos universos moribundos. Poderá estar entre os dois.

José Monteiro quebrou a profecia. Agora, os seus filhos terão de demonstrar que um futuro sem destino merece sobreviver.

09 · Livro I · Khar’Ka — O Guardião dos Milénios

O Sentinela do Mundo Azul

Khar’Ka — O Guardião dos Milénios

Ele ajudou a criar a Humanidade para vencer uma guerra. Durante milhões de anos, tornou-se o seu único guardião.

Quando os Spulves abandonam o Mundo Azul, Khar’Ka recebe uma última missão: permanecer na Terra, observar a evolução da nova espécie e avisar o seu povo caso os humanos se tornem uma ameaça. Proibido de interferir, deverá atravessar os milénios em câmaras de suspensão, despertando apenas para avaliar o progresso da experiência.

Mas, desde o primeiro despertar, Khar’Ka percebe que algo está errado.

Os humanos não só sobreviveram como começaram a espalhar-se pelo planeta. Entre eles corre o sangue de Montarion, o estranho ser que libertou os primeiros prisioneiros dos laboratórios Spulves e anunciou o regresso daquele que lhe dera o nome. Quanto mais Khar’Ka investiga essa linhagem, mais encontra acontecimentos que não deveriam existir: símbolos gravados antes das civilizações que os criaram, mensagens escritas em línguas ainda por nascer e profecias que parecem conhecer o futuro.

Ao longo das eras, Khar’Ka assiste ao nascimento e à queda de civilizações. Vê visitantes vindos das estrelas apresentarem-se como deuses, impérios humanos transformados em instrumentos de guerras extraterrestres e forças ocultas disputarem o domínio da Terra. Incapaz de permanecer indiferente, começa a violar as ordens dos Spulves, protegendo povos, destruindo exércitos secretos e apagando da História os vestígios daqueles que procuravam escravizar a Humanidade.

Cada intervenção, porém, aproxima-o daquilo que mais teme: tornar-se um traidor aos olhos do seu próprio povo.

Séculos mais tarde, entre os Maias, Khar’Ka encontra uma pedra mais antiga do que qualquer viagem temporal conhecida. Nela está inscrito um nome impossível: José Monteiro. O nome de um homem escrito muito antes de existirem Portugal, a língua portuguesa ou o mundo onde ele virá a nascer.

A descoberta inicia uma busca que atravessará continentes e milénios. Sociedades secretas humanas tornam-se herdeiras dos conhecimentos de Khar’Ka. Algumas juram proteger a profecia de Montarion; outras acreditam que José será responsável pelo fim do Universo e procuram impedir o seu nascimento. Entretanto, antigos inimigos regressam, os falsos deuses recuperam forças e os Spulves começam a suspeitar de que o seu sentinela deixou de ser um observador.

Quando a Humanidade entra no século das guerras, das máquinas e das armas capazes de destruir o planeta, Khar’Ka enfrenta a sua maior dúvida: será que a espécie que protegeu durante milhões de anos merece realmente sobreviver?

A resposta chegará quando os criadores regressarem ao Mundo Azul para concluírem o julgamento iniciado no princípio da Humanidade. Perante a ameaça de exterminação, os Herdeiros do Segredo procuram o homem cujo nome atravessou o tempo, enquanto Khar’Ka descobre que Montarion nunca foi apenas uma linhagem.

É um ciclo. E José Monteiro é o acontecimento para o qual toda a História se esteve a preparar.

Dividido entre a lealdade ao seu povo e o amor pela espécie que viu crescer, Khar’Ka terá de quebrar o juramento que o manteve prisioneiro da Terra e fazer uma última escolha: entregar a Humanidade aos seus criadores ou iniciar uma guerra capaz de condenar todas as civilizações que jurou proteger.

Porque Khar’Ka foi deixado na Terra para decidir quando a Humanidade deveria morrer. Mas os seus criadores nunca imaginaram que ele aprenderia a acreditar nela.

10 · Livro II · Khar’Ka — O Guardião dos Milénios

O Sangue de Montarion

Khar’Ka — O Guardião dos Milénios

Ele ajudou a criar a Humanidade para vencer uma guerra. Durante milhões de anos, tornou-se o seu único guardião.

Quando os Spulves abandonam o Mundo Azul, Khar’Ka recebe uma última missão: permanecer na Terra, observar a evolução da nova espécie e avisar o seu povo caso os humanos se tornem uma ameaça. Proibido de interferir, deverá atravessar os milénios em câmaras de suspensão, despertando apenas para avaliar o progresso da experiência.

Mas, desde o primeiro despertar, Khar’Ka percebe que algo está errado.

Os humanos não só sobreviveram como começaram a espalhar-se pelo planeta. Entre eles corre o sangue de Montarion, o estranho ser que libertou os primeiros prisioneiros dos laboratórios Spulves e anunciou o regresso daquele que lhe dera o nome. Quanto mais Khar’Ka investiga essa linhagem, mais encontra acontecimentos que não deveriam existir: símbolos gravados antes das civilizações que os criaram, mensagens escritas em línguas ainda por nascer e profecias que parecem conhecer o futuro.

Ao longo das eras, Khar’Ka assiste ao nascimento e à queda de civilizações. Vê visitantes vindos das estrelas apresentarem-se como deuses, impérios humanos transformados em instrumentos de guerras extraterrestres e forças ocultas disputarem o domínio da Terra. Incapaz de permanecer indiferente, começa a violar as ordens dos Spulves, protegendo povos, destruindo exércitos secretos e apagando da História os vestígios daqueles que procuravam escravizar a Humanidade.

Cada intervenção, porém, aproxima-o daquilo que mais teme: tornar-se um traidor aos olhos do seu próprio povo.

Séculos mais tarde, entre os Maias, Khar’Ka encontra uma pedra mais antiga do que qualquer viagem temporal conhecida. Nela está inscrito um nome impossível: José Monteiro. O nome de um homem escrito muito antes de existirem Portugal, a língua portuguesa ou o mundo onde ele virá a nascer.

A descoberta inicia uma busca que atravessará continentes e milénios. Sociedades secretas humanas tornam-se herdeiras dos conhecimentos de Khar’Ka. Algumas juram proteger a profecia de Montarion; outras acreditam que José será responsável pelo fim do Universo e procuram impedir o seu nascimento. Entretanto, antigos inimigos regressam, os falsos deuses recuperam forças e os Spulves começam a suspeitar de que o seu sentinela deixou de ser um observador.

Quando a Humanidade entra no século das guerras, das máquinas e das armas capazes de destruir o planeta, Khar’Ka enfrenta a sua maior dúvida: será que a espécie que protegeu durante milhões de anos merece realmente sobreviver?

A resposta chegará quando os criadores regressarem ao Mundo Azul para concluírem o julgamento iniciado no princípio da Humanidade. Perante a ameaça de exterminação, os Herdeiros do Segredo procuram o homem cujo nome atravessou o tempo, enquanto Khar’Ka descobre que Montarion nunca foi apenas uma linhagem.

É um ciclo. E José Monteiro é o acontecimento para o qual toda a História se esteve a preparar.

Dividido entre a lealdade ao seu povo e o amor pela espécie que viu crescer, Khar’Ka terá de quebrar o juramento que o manteve prisioneiro da Terra e fazer uma última escolha: entregar a Humanidade aos seus criadores ou iniciar uma guerra capaz de condenar todas as civilizações que jurou proteger.

Porque Khar’Ka foi deixado na Terra para decidir quando a Humanidade deveria morrer. Mas os seus criadores nunca imaginaram que ele aprenderia a acreditar nela.